Nem todo cristão percebe as consequências das distorções causadas pela Teologia do Pacto. Durante séculos a Igreja, que deveria viver como estrangeira neste mundo e em constante expectativa pela vinda do Noivo, achou-se no direito de reivindicar para si as promessas feitas por Deus a Israel no Antigo Testamento. Assim os judeus foram perseguidos de forma implacável por aqueles que estavam de olho em seu espólio ou eram simplesmente levados pelas ideias vigentes na época. Se você estudou história aprendeu que não foram apenas os Papas, mas também reformadores como Lutero e Calvino que perseguiram judeus.

Mais recentemente pregadores inescrupulosos passaram a oferecer à Igreja as bênçãos terrenas prometidas originalmente a Israel. A Teologia da Prosperidade é um dos subprodutos da Teologia do Pacto. Portanto, se você acreditava que não importa muito adotar uma ou outra visão — Dispensacionalismo ou Teologia do Pacto — é melhor reconsiderar. Sua escolha determinará se no topo da lista das coisas que você espera para qualquer momento está encontrar-se com o Senhor nos ares ou os eventos que virão após o arrebatamento da igreja.

Dentro da visão dispensacionalista, que é a que eu acredito ser a correta, o Senhor pode voltar neste exato momento para ressuscitar a todos os que morreram em Cristo e arrebatar sua Igreja para o céu. Paulo explica isto em 1 Tessalonicenses 4, incluindo-se entre os que em seu tempo já aguardavam pelo Senhor: “Pois… o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, [nós] os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim [nós] estaremos com o Senhor para sempre” (1 Ts 4:16-17). Continue lendo »


“Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.” – I Corintios 2:9

A vida terrena traz consigo diversas situações resultantes de nossas atitudes. As consequências de nossas ações nos esperam mais adiante, e junto a elas eventos inesperados, os quais outrora nos eram inimagináveis.

Mudanças repentinas fazem parte de nossa existência. Todos nós estamos enfrentando dilemas com os quais jamais imaginamos que teríamos de lidar no ano que se findou. Este fato carrega uma premissa verdadeira e imutável: O futuro a Deus pertence. Portanto, fica evidente que preocupações de qualquer tipo não fazem o menor sentido, ainda mais para quem se dispõe a confiar em Deus de todo o coração.

Devemos empregar a energia que pretendemos gastar com ansiedade e angústia em fazer o que agrada a Deus, aproveitando este privilégio que não merecemos e desfrutando dos deleites de viver em Cristo, os quais incluem paz incessante e ânimo perante o desconhecido, resistentes às aflições que possam tentar nos abater. Continue lendo »


“Estejam cingidos os lombos de vocês, e acesas as suas candeias”, diz o Senhor no versículo 35 do capítulo 12 de Lucas. Deus disse o mesmo aos israelitas, prestes a saírem do Egito. Eles também deviam ter os “lombos cingidos”, uma corda amarrada à cintura para não tropeçarem nas bordas das longas vestes ao caminharem rápido. Ter uma candeia acesa significa estar preparado, pois só quem tem azeite não é pego de surpresa. É na expectativa de sua vinda iminente para nos tirar daqui que o Senhor quer que vivamos. Mas infelizmente não é a volta do Senhor a qualquer momento que alguns cristãos esperam.

Quando o assunto é profecia, existem basicamente duas correntes de interpretação das Escrituras: Dispensacionalismo e Teologia do Pacto. A primeira crê numa interpretação literal das profecias, portanto onde você lê “Israel” é Israel mesmo, o povo terreno de Deus e descendente de Jacó. Esta corrente de interpretação crê que todas as promessas de Deus feitas a Israel no Antigo Testamento ainda se cumprirão para Israel no futuro, apesar de terem sido suspensas por um intervalo que já passa de dois mil anos.

O dispensacionalismo acredita ainda que a Igreja é um povo distinto de Israel e só veio a existir a partir do capítulo 2 do livro de Atos. Ao contrário de Israel, Deus não deu à Igreja qualquer promessa ou esperança aqui no mundo, mas só nos céus. Os cristãos, que formam a igreja, o corpo de Cristo, deveriam viver na expectativa da volta do Senhor a qualquer momento para arrebatá-los daqui. Seu destino não é viver na terra, mas nos céus. Continue lendo »


Paz, irmão, o senhor pode me explicar Romanos 8:30: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.”

O Capítulo 8 de Romanos trata de eleição. Deus predestinou alguns para que através destes, outros fossem salvos. Leia com calma todo o capítulo tendo em mente que a eleição é parte do plano de Deus para a salvação da humanidade.

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Deus responde/fala através de sonhos?

A partir do momento em que o texto bíblico ficou completo, Deus não nos revela mais nada. Tudo aquilo que Deus tinha para nos revelar está na Bíblia. Isto é o que significa “Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.” (I Corintios 13:10), que muitas pessoas acham que se refere a Jesus Cristo e Sua volta. Deus fala conosco através da Sua Palavra, a Bíblia.

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É errado nos reunirmos em um templo pra ouvir e aprender, se a fé vem do ouvir e ouvir a palavra de Deus, cultuar e entoar louvores em adoração a eles em comunhão com irmãos? Através das igrejas vidas são restauradas, através dos louvores, almas são libertadas. Não podemos seguir os costumes da época de Paulo? E a respeito de Salmos 107:32 “Exaltem-no na congregação do povo e glorifiquem-no na assembléia dos anciãos!”

Primeiramente, frisemos que NÓS somos o templo de Deus. Não devemos nos reunir em templos construídos por homens porque nós somos habitados pelo Espírito Santo. Somos templos individuais, os quais Deus mesmo criou e aperfeiçoa a cada dia, moldando-nos de acordo com a Sua vontade. Não há necessidade de tentarmos criar algo que já está criado, não é mesmo? Devemos nos reunir para aprender sobre a Palavra de Deus em comunhão uns com os outros sim. Mas isto não deve ser feito necessariamente em um local criado especificamente para isto, pois isto não é preceito cristão. Entoar louvores? Nossas vidas em si devem ser louvores a Deus. Não devemos limitar o nosso ‘’louvor’’ a uma música. Louvor é um estilo de vida. Adoração é um deleite diário, não algo que devamos fazer algumas vezes no dia. Adoração e louvor são ações intimamente ligadas, as quais são fundamentais à vida de um cristão. Continue lendo »