‘’O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias. ’’ – (Provérbios 21:23)

Sabemos que nossa fé em Deus pode e deve ser constatada através de nosso comportamento e da maneira como lidamos com situações e pessoas. O amor de Cristo faz com que sejamos transformados diariamente à Sua maneira, tornando-nos semelhantes a Ele, buscando exaltar a Sua graça em nossas vidas através de atitudes de gratidão.

Satisfazemos a vontade de Deus quando fazemos o bem sempre que estiver ao nosso alcance fazê-lo (Provérbios 3:27) ou demonstrando amor para com o próximo, o que não significa tolerar seus erros ou tampouco pecados, mas alertá-lo, instruí-lo e exortá-lo com amor, paciência e sabedoria, as quais são características produzidas em nós pelo Espírito Santo, baseando-nos nas Escrituras.

Nossas palavras precisam estar de acordo com a nossa devoção a Cristo, pois elas devem refletir a mente de dEle. Assim, deixamos de ser maldizentes para permitir que saiam de nós palavras edificantes e construtivas, calando-nos quando for necessário e refreando a língua ainda que seja tentador não fazê-lo.

Ao ler a palavra de Deus observamos explicitamente o quão abomináveis são as conversas fiadas e inconvenientes aos olhos dEle (Romanos 1:29-32, 1 Timóteo 5:12-13, Provérbios 20:19, Provérbios 11:12-13, Provérbios 18:7-8 são alguns exemplos). Pessoas linguarudas definitivamente precisam ser reformadas pelo Espírito Santo para que entrem pela porta estreita. É necessário e fundamental guardarmos nossas bocas de falar o que é fútil e improdutivo.

Quando temos um relacionamento com Deus o natural e esperado é que estejamos ocupados demais com o Evangelho para nos dedicar a tagarelices frívolas e baixas, que não levam a nada senão ao pecado. Sim, pois denegrir ou expor inapropriadamente a imagem dos outros através da fofoca é uma forma de ódio, exatamente o contrário do que o Senhor nos instrui a fazer. Falatórios deste tipo trazem apenas malefícios como angústias e desavenças, a longo ou curto prazo.

Precisamos estar tão empenhados em exercer os ensinamentos que vem de cima ao ponto de que não nos sobre espaço mental ou energia para sermos maldizentes, o que inclui palavreado chulo e degradante. Ao invés de murmurar e praguejar em qualquer oportunidade devemos buscar formas de enaltecer o nome do Senhor em qualquer circunstância.

Palavras podem ter poder corrosivo ou construtivo, mas se preferirmos glorificar a Deus, basta permitirmos que o Espírito Santo use-as para que tenham efeito benéfico e proveitoso.

Que Deus os abençoe.

Com amor em Cristo,

Esther Moore

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Germano Luiz Ourique


Comentários:


  1. Luan disse:

    perfeito !


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