Existem cinco coisas que deveriam acontecer antes que um salvo perca a sua salvação. Porém, são coisas impossíveis de acontecer!

1) Alguém teria que nos tirar da mão do próprio Deus. “Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai” (Jo. 10:29).

2) Alguém teria que quebrar o selo de propriedade que nos tornou propriedade particular de Deus. “Fostes selados com o Espírito Santo da promessa. O qual é o penhor da vossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da Sua glória” (Ef. 1:13, 14).

3) Alguém teria que expulsar o Espírito Santo de Deus que habita em nós. “Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Co. 3:16). “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo. 14:16). Continue lendo »


Em nosso capítulo 12 de Lucas também vemos a revelação progressiva de Deus. A carta aos Hebreus diz: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas”(Hb 1:1-3).

Pela Criação Deus revelou sua glória e poder, pois “os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos”(Sl 19:1). Mas ele não se revelou ao homem pelas coisas criadas. Ao entregar a Lei a Moisés ele revelou a incapacidade do homem de cumprir as demandas de um Deus santo, mas ainda não se revelou ao homem. Por mais sincero que um judeu fosse em tentar guardar a lei, ele não podia conhecer a Deus, pois este ainda não tinha sido revelado.

Até mesmo Paulo, um judeu exemplar “circuncidado no oitavo dia de vida, pertencente ao povo de Israel, à tribo de Benjamim, verdadeiro hebreu; quanto à lei, fariseu… quanto à justiça que há na lei, irrepreensível”(Fp 3:5), não conhecia a Deus. Por isso ele dizia que “quando aprouve a Deus… revelar seu Filho em mim… não consultei a carne nem o sangue”(Gl 1:15-16). Continue lendo »


“Ouve-me quando eu clamo, ó Deus da minha justiça, na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.” – Salmos 4:1

Muitas vezes nos encontramos em apuros dos quais acreditamos que nos será impossível sair. Oramos a Deus e suplicamos por socorro, mas a ajuda parece muito distante e nosso desespero nos faz perder o controle da situação. Isto porque nós esquecemos de que, na verdade, quem está no controle da situação é Deus, e Ele ouve cada oração que fazemos diariamente.

Pode ser que não tenhamos muita fé ao orar, ou que as respostas de Deus pareçam nunca chegar, mas quem confia em Deus de todo o coração sabe que Ele é incapaz de desamparar alguém que deposita a fé nEle.

Constantemente encontramos dificuldade em distinguir entre as respostas que Ele nos concede. Outras vezes, receberemos a resposta e o entendimento em relação a dada circunstância apenas muito tempo após o ocorrido. No final, a fidelidade de Deus sempre se mostra evidente e presente. Continue lendo »


Faltava um mistério a ser revelado, e a tarefa coube a Paulo. Com este segredo trazido à tona, a revelação de Deus estaria completa. É o que ele diz aos Colossenses, ao falar da Igreja, o corpo de Cristo e habitação do Espírito: “Da qual eu estou feito ministro segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para com vocês, para cumprir a palavra de Deus; o mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos… que é Cristo em vós, esperança da glória”(Cl 1:24-27).

No grego a palavra traduzida como “cumprir”tem o sentido de completar ou preencher uma lacuna. É a mesma usada por João, ao dizer: “Escrevemos estas coisas para que a nossa alegria seja completa”(1 Jo 1:4). Paulo colocou a peça que faltava na revelação de Deus e nos fez saber que “os gentios são coerdeiros com Israel, membros do mesmo corpo, e coparticipantes da promessa em Cristo Jesus”. E continua: “Foi-me  concedida… a administração deste mistério que, durante as épocas passadas, foi mantido oculto em Deus”(Ef 3:6-9).

Por ser um mistério que ficou oculto no passado, a Igreja não existia no Antigo Testamento e nem mesmo nos evangelhos. Jesus a menciona pela primeira vez em Mateus 16:18, mas como algo ainda futuro. Ele diz: “Edificarei a minha igreja”. Como toda edificação da época, ela teria um alicerce com uma pedra de canto ou esquina — Cristo —, seguida das outras pedras do alicerce — os apóstolos e profetas do Novo Testamento. Sobre este fundamento as paredes seriam levantadas com o acréscimo de cada salvo por Cristo. Continue lendo »