Jesus continua viajando e pregando as boas novas do Reino. Ao contrário dos reinos humanos, cuja expansão é garantida pela espada, a expansão do Reino de Deus se dá pela semeadura, e aqui é o próprio Rei que sai a semear. Este não é o trabalho de um rei, mas Jesus veio ao mundo em humilhação e não em exaltação. Ele veio antes para plantar, não para colher. Um dia ele voltará para recolher o trigo no celeiro e queimar a palha.

Jesus é um pregador itinerante, ele sai a semear. É comum encontrarmos “igrejas”que são apenas pontos de pregação esperando por incrédulos. Porém a igreja, palavra que significa “reunião”ou “assembleia”, não é para incrédulos, mas pessoas salvas pela fé em Jesus e congregadas pelo Espírito ao seu nome. Em Atos 2:42 os primeiros cristãos estavam congregados para perseverar “na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”.

A atividade da igreja não incluía o evangelismo, pois a igreja não evangeliza — a igreja se reúne para aprender, orar e adorar. Quem evangeliza é o crente individualmente, em especial os que têm o dom de evangelista. Estes saem como Jesus saiu levando a preciosa semente. Os convertidos são reunidos pelo Espírito, e os que têm o dom de pastor os exortam a permanecerem no Senhor, e os que têm o dom de mestre ou doutor entram em cena para ensiná-los e edificá-los. Continue lendo »


Autor: Amós 1:1 identifica o autor desse livro como sendo o profeta Amós.

Quando foi escrito: O livro de Amós foi provavelmente escrito entre 760 e 753 AC.

Propósito: Amós é um pastor e apanhador de frutas da aldeia judaica de Tecoa quando Deus o chama, embora não tenha uma educação ou conhecimento sacerdotal. A missão de Amós foi direcionada para o seu vizinho do norte, Israel. Suas mensagens de iminente ruína e cativeiro para a nação por causa de seus pecados foram amplamente impopulares e ignoradas, no entanto, porque estavam vivendo os melhores tempos desde os dias de Salomão. O ministério de Amós ocorre enquanto Jeroboão II reina sobre Israel e Uzias reina sobre Judá.

Versículos-chave: Amós 2:4: “Assim diz o SENHOR: Por três transgressões de Judá e por quatro, não sustarei o castigo, porque rejeitaram a lei do SENHOR e não guardaram os seus estatutos; antes, as suas próprias mentiras os enganaram, e após elas andaram seus pais.”

Amós 3:7: “Certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.”

Amós 9:14: “Mudarei a sorte do meu povo de Israel; reedificarão as cidades assoladas e nelas habitarão, plantarão vinhas e beberão o seu vinho, farão pomares e lhes comerão o fruto.” Continue lendo »


“Depois disso Jesus ia passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus. Os doze estavam com ele, e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e doenças: Maria, chamada Madalena, de quem haviam saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, administrador da casa de Herodes; Susana e muitas outras. Essas mulheres ajudavam a sustentá-los com os seus bens”(Lc 8:1-3).

No capítulo anterior uma mulher amou muito por ter sido muito perdoada. Aqui estas mulheres ajudam Jesus com seus bens porque foram libertadas de doenças e espíritos malignos. Percebe a ordem das coisas? Foi depois de terem sido perdoadas, curadas e libertadas que estas mulheres passaram a adorar e a servir a Jesus, não o contrário. É um ato de gratidão, não de barganha.

A religião do homem é uma religião de barganha: as pessoas fazem coisas para obterem o “favor” de Deus ou, como costumam dizer, alcançar uma “graça”. Mas de onde tiraram a ideia de que “graça” se obtém pagando? E que “favor” é esse que exige antes dar algo em troca? Aproximar-se de Deus tentando barganhar com ele é querer colocar Deus ao nosso serviço e fazer dele nosso devedor. É como dizer: “Senhor, já fiz a minha parte, agora faça a sua”. Continue lendo »


Um fariseu convida Jesus para uma refeição. Enquanto ele está à mesa, uma prostituta entra na casa com um frasco cheio de perfume e, prostrada aos pés de Jesus, começa a chorar. Suas lágrimas molham seus pés e ela os seca com seus cabelos, beijando-os e derramando perfume sobre eles. O fariseu, indignado, pensa consigo: Se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que tipo de mulher ela é; uma pecadora”(Lc 7:39).

Jesus conhece os pensamentos do fariseu e decide levar a questão à sua consciência, contando uma parábola. “Dois homens deviam a certo credor. Um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinquenta. Nenhum dos dois tinha com que lhe pagar, por isso perdoou a dívida a ambos. Qual deles o amará mais?”. O fariseu responde: “Suponho que aquele a quem foi perdoada a dívida maior”. A resposta está correta, mas será que sua consciência foi alcançada?

Aos olhos de Deus, o fariseu e a prostituta estão igualmente falidos. Ele podia até dever pouco, ela muito, mas Deus oferece a ambos o perdão independente da dívida. Aparentemente apenas a prostituta tem a convicção de sua dívida ter sido quitada. O fariseu nem sequer se deu conta do quanto deve para Deus. Continue lendo »