Jesus havia enviado seus anjos numa missão de resgate, para repovoar a terra de Israel com todas as doze tribos. Agora os anjos são enviados numa missão de juízo e condenação.

Você se lembra da parábola do joio e do trigo no capítulo 13? O dono do campo semeou o trigo, mas o inimigo, o diabo, plantou o joio. As sementes crescem juntas, mas no final os anjos são enviados para amarrar o joio em feixes para ser queimado. Lá diz assim:

“O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz tropeçar e todos os que praticam o mal. Eles os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino do seu Pai” (Mt 13:41-43).

Jesus alerta que passarão os céus e a terra, mas suas palavras não passarão. Portanto, cedo ou tarde tudo acaba se cumprindo exatamente do jeito que ele falou. Ele diz também que ninguém sabe o dia e a hora, por isso qualquer especulação nesse sentido é bobagem. Tudo o que podemos saber é a época, com base nos sinais que ele mesmo revelou. Como já vimos, a figueira que voltou a dar folhas é um deles. Continue lendo »


Ao retornar, Jesus envia os seus anjos em duas missões distintas. Uma é para que reúnam dos quatro cantos do mundo os seus eleitos e os levem à terra de Israel numa operação de resgate sem precedentes. Que eleitos são esses? Por outras passagens sabemos que a Igreja é o povo que Deus elegeu antes da fundação do mundo, e que Israel é o povo eleito desde a fundação do mundo. Já que a essa altura dos acontecimentos a Igreja não está mais no mundo, pois foi arrebatada antes dos sete anos de tribulação, os eleitos aqui são israelitas.

Uns 700 anos antes de Cristo, dez tribos de Israel foram levadas para o exílio, se dispersando entre as nações e perdendo sua identidade. Depois da morte de Jesus, as tribos de Judá e Benjamim, que permaneceram na terra de Israel, acabaram também exiladas por 2 mil anos, até a fundação do Estado de Israel em 1948. Os anjos que Jesus envia neste capítulo resgatam e levam para Israel os descendentes das dez tribos perdidas, que hoje ninguém sabe quem são e onde estão, além de judeus de Judá e Benjamim que ainda não tiverem retornado.

Antes que você me pergunte onde caberá tanta gente, lembre-se de que a população do mundo terá diminuído durante as catástrofes dos 7 anos de tribulação. Além disso, a terra de Israel a partir desse ponto não está limitada ao território hoje ocupado pelo atual Estado de Israel. A terra prometida inclui a faixa de Gaza, Cisjordânia, Líbano e parte da Síria. A atual ocupação foi feita por judeus ainda rebeldes, descendentes daqueles que há 2 mil anos condenaram o Messias à morte. Continue lendo »


Autor: O Livro de 2 Crônicas não revela especificamente o nome do seu autor. A tradição é que 1 e 2 Crônicas foram escritos por Esdras.

Quando foi escrito: O Livro de 2 Crônicas foi provavelmente escrito entre 450 e 425 AC.

Propósito: Os livros de 1 e 2 Crônicas abrangem praticamente as mesmas informações que 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis. 1 e 2 Crônicas se focalizam mais no aspecto sacerdotal da época. O livro de 2 Crônicas é praticamente uma avaliação da história religiosa daquela nação.

Versículos-chave: 2 Crônicas 2:1: “Resolveu Salomão edificar a casa ao nome do SENHOR, como também casa para o seu reino.”

2 Crônicas 29:1-3: “Tinha Ezequias vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Abia e era filha de Zacarias. Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo quanto fizera Davi, seu pai. No primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da Casa do SENHOR e as reparou.”

2 Crônicas 36:14: “Também todos os chefes dos sacerdotes e o povo aumentavam mais e mais as transgressões, segundo todas as abominações dos gentios; e contaminaram a casa que o SENHOR tinha santificado em Jerusalém.”

2 Crônicas 36:23: “Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá; quem entre vós é de todo o seu povo, que suba, e o SENHOR, seu Deus, seja com ele.” Continue lendo »


A segunda vinda de Cristo é visível em todo o mundo, ao contrário do arrebatamento secreto dos que creram em Jesus, que deve ocorrer cerca de sete anos antes. “assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem”(Mt 24:27).

Quando Jesus veio da primeira vez como um humilde ser humano, ele foi rejeitado e entregue à morte. Sua segunda vinda não será assim. Ele não virá mais como o servo que se esvaziou a si mesmo, mas virá em glória e majestade. Quando ele morreu na cruz houve trevas por toda a terra e a terra tremeu. Quando ele voltar o sol voltará a se escurecer e todo o firmamento será abalado. Mateus fala de estrelas cadentes, e do sinal do Filho do Homem sendo visto por todos no céu.

Aí sim vai cair a ficha para muitos. Todas as nações do mundo se lamentarão quando virem o Filho do Homem vindo nas nuvens do céu com poder e grande glória. O profeta Zacarias revela os sentimentos de Jesus nessa hora: “Olharão para mim a quem traspassaram e lamentarão”(Zc 12:10). Continue lendo »