Autor: O Livro de Josué não revela explicitamente o nome do seu autor. É muito provável que Josué, filho de Num e sucessor de Moisés como líder de Israel, escreveu boa parte deste livro. Sabemos, no entanto, que a última parte do livro foi escrita por pelo menos mais uma outra pessoa após a morte de Josué. Também é possível que várias seções foram editadas/compiladas após a morte de Josué.

Quando foi escrito: O livro de Josué foi provavelmente escrito entre 1400 e 1370 AC.

Propósito: O livro de Josué fornece uma visão geral das campanhas militares para conquistar a área de terra que Deus havia prometido. Seguindo o êxodo do Egito e os quarenta anos subsequentes de peregrinação no deserto, a nação recém-formada está agora pronta para entrar na Terra Prometida, conquistar seus habitantes e ocupar o território. A visão que temos aqui nos dá detalhes abreviados e seletivos de muitas das batalhas e das condições nas quais a terra não apenas foi conquistada, mas também dividida em áreas tribais.

Versículos-chave: Josué 1:6-9: “Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais. Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” Continue lendo »


As primeiras palavras de Jesus nos Evangelhos foram para seus pais, aos doze anos, quando o encontraram no Templo: “Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?” (Lc 2:48-49). Ele já cuidava dos interesses de seu Pai antes mesmo de dar início ao seu ministério público e transformar água em vinho na festa de casamento em Caná (Jo 2:11). Aquele seria o seu primeiro milagre.

A desastrada tentativa de Pedro de impedir a prisão de Jesus, decepando a orelha do servo do Sumo-Sacerdote, só serviu para revelar que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens” (2 Co 5:19). Então, “tocando na orelha do homem, ele o curou” (Lc 22:51). O último milagre de Jesus foi curar o líder do grupo que havia sido enviado para prendê-lo. Jesus havia dito: “Enquanto é dia, preciso realizar a obra daquele que me enviou. A noite se aproxima, quando ninguém pode trabalhar…” (Jo 9:4).

Como já fazia aos doze anos, Jesus continua neste capítulo cuidando dos interesses de seu Pai, e esses interesses são de bênção, não de juízo ou punição; de mãos que curam, não que empunham a espada. Tempos antes, na sinagoga, quando leu Isaías 61, Jesus parou no ponto em que o texto dizia: “…e proclamar o ano da graça do Senhor” (Lc 4:19). Ele não continuou lendo. Ainda não era a hora do que vinha a seguir nas palavras do profeta: “…e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2). Continue lendo »


Se Deus nos ama tanto e quer que estejamos com ele, porque ele colocaria nossas almas em risco ao deixar a difusão de sua palavra a cargo de seres humanos falíveis, mentirosos e pecadores? Será que um professor deixaria um dos alunos assumir seu lugar se isto pusesse em risco o futuro da classe?

Deus não coloca em risco o “futuro da classe” e nem nossas almas. O privilégio de pregarmos o puro e simples Evangelho da Graça de Deus é prova da misericórdia de Deus que usa homens falíveis, mentirosos e pecadores para, através destas mesmas pessoas, executar o Seu plano de salvação para o homem. Quem salva é Jesus Cristo, não o homem. Quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo é o Espírito Santo. E quem derrama a Sua Graça sobre o homem é Deus. O homem só participa disso pela misericórdia de Deus.

.

Se Satanás é o Pai da Mentira, como podemos ter certeza de que ele não enganou os cristãos e fez com que eles o adorassem como Deus e rejeitassem o verdadeiro Deus?

Lendo a Bíblia.

.

Se Deus lançou o Diabo no inferno e o inferno é um lugar de castigo eterno, sem perdão, por que nos ensinam que o Diabo anda por aí nos tentando e nos possuindo? Um carcerário que deixa seus prisioneiros saírem para matar e roubar seria demitido por incompetência.

Deus não lançou o diabo no inferno. Ele vai lançar. Leia Apocalipse 20. Continue lendo »


Ao chegarem os guardas trazidos por Judas, “os que estavam com Jesus lhe disseram: ‘Senhor, atacaremos com espadas?’. E um deles feriu o servo do sumo sacerdote, decepando-lhe a orelha direita” (Lc 22:49-50). O Evangelho de João revela que foi Simão Pedro quem atacou Malco, o servo do sumo sacerdote encarregado de prender Jesus. Pedro não era um soldado acostumado ao manejo da espada e pode muito bem ter mirado no pescoço ou na cabeça do homem, mas acertou apenas a orelha. Pedro é imediatamente repreendido por Jesus:

“Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão. Você acha que eu não posso pedir a meu Pai, e ele não colocaria imediatamente à minha disposição mais de doze legiões de anjos? Como então se cumpririam as Escrituras que dizem que as coisas deveriam acontecer desta forma?” (Mt 26:52-54).

Paulo escreve que, “embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” (2 Co 10:3-5). Tudo isso mostra claramente que os métodos do cristão para a defesa da fé não são os métodos dos homens. Continue lendo »