Jesus, “Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim’. Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês” (Lc 22:19-20). Foi com Israel, e não com a Igreja, que Deus fez essa “nova aliança”, conforme profetizou Jeremias:

“Farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados… Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo… todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior… Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados” (Jr 31:31-34).

A nova aliança está fundamentada no sacrifício de Cristo e terá efeito em Israel quando o povo se arrepender e Cristo estabelecer o seu Reino. Enquanto isso a Igreja desfruta dos benefícios dessa aliança, mas não foi com ela que Cristo fez a nova aliança. Para ser “nova” precisaria existir uma “velha” aliança com a Igreja, o que não é o caso. Continue lendo »


Germano, quero comprar uma bíblia de estudo, tenho uma bíblia normal que você recomendou. Essas bíblias de estudo, ajudam ou confundem?

Se você adquirir uma Bíblia de estudo, vai ver notas de rodapé com muitas opiniões diferentes e até conflitantes, dependendo da Bíblia. Se você tem uma ACF – Almeida Corrigida Fiel, que é a que tem o texto mais próximo dos originais, já tem uma boa base de estudos. Com o que você consegue pesquisar na internet, já tem material mais do que suficiente para ler e estudar com profundidade o texto bíblico. Além disso, hoje você acessa na internet a Bíblia completa em uma infinidade de versões e linguagens e tudo gratuitamente.

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Por que Deus escolheu o Sábado para ser o Seu dia?

Como assim, “Seu dia”? No sétimo dia Deus descansou depois de haver feito o mundo. Deus mandou os judeus guardarem sábado por um tempo para organizar a vida deles. Mas isso acabou com a morte de Jesus: Colossenses 2:16 – “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos SÁBADOS,”

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Existe preedestinação amorosa mesmo ou é invenção de alguns lideres religiosos?

Fique longe desses “líderes”. Isso não tem nenhuma base bíblica. Continue lendo »


Não foi à toa que Jesus escolheu o pão como figura de seu corpo. Para um pão ser produzido é preciso que o trigo seja triturado, a massa batida e finalmente assada no fogo. Tudo aponta para Cristo, pois “se o grão de trigo… não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto” (Jo 12:24). De igual modo, a uva precisou ser esmagada para se transformar em vinho. Ao dizer “Isto é o meu corpo dado em favor de vocês… e meu sangue, derramado em favor de vocês” (Lc 22:19-20) o Senhor mostra que nos substituiu na morte para podermos ter vida.

Na Páscoa os judeus recordavam a bondade de Jeová por libertá-los da escravidão; na Ceia lembramos o Senhor e anunciamos sua morte. Na Páscoa eles comiam o “pão da aflição” (Dt 16:3) que experimentaram quando escravos; na Ceia anunciamos, não a nossa aflição, mas a do Senhor. A Páscoa era retrospectiva; a Ceia é comemorativa e celebrada com a perspectiva futura de nosso encontro com o Senhor, pois a celebramos “até que ele venha” (1 Co 11:26).

A Ceia do Senhor não é uma pregação do Evangelho ou meio de salvação, pois dela participam os que já estão salvos. Não é feita com orações e súplicas, mas com ações de graças. Continue lendo »


“Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim’. Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês’” (Lc 22:19-20).

Não existe fundamento para a ideia de que a ceia seja a repetição do sacrifício de Cristo, e que ali pão e vinho sejam transformados literalmente em carne e sangue. Primeiro, porque ao dizer “Isto é o meu corpo”, Jesus ainda não tinha morrido. O seu corpo estava bem ali e o sangue ainda corria em suas veias. Segundo, porque seu sacrifício não poderia se repetir jamais: “Fomos santificados, por meio do sacrifício do corpo de Jesus Cristo, oferecido uma vez por todas” (Hb 10:10). Se o pão não era literalmente o corpo de Cristo, o que seria então?

Um retrato. Você já viu alguém apontar para uma foto e dizer: “Aquele ali sou eu”? Quando Jesus disse “Eu sou o pão que desceu do céu” (Jo 6:41) você entendeu que ele se referia à figura do maná no deserto. Quando disse “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8:12) você não achou que ele brilhasse no escuro, e quando falou “Eu sou a porta” (Jo 10:9) nem precisou explicar que a linguagem era figurada. Ao dizer “Eu sou a videira; vocês são os ramos” (Jo 15:5) os discípulos não procuraram por folhas uns nos outros. Continue lendo »