Jesus conta uma parábola e “os mestres da lei e os chefes dos sacerdotes… perceberam que era contra eles que ele havia contado” (Lc 20:19). Às vezes você escuta o evangelho e pensa: “Fulano devia ouvir isso…”. Mas e se Deus estiver querendo falar com você? Aqui os fariseus entenderam que o recado era para eles, mas ao invés de se arrependerem, endureceram ainda mais seus corações. Será que você está entre os que endurecem o coração ou entre os que aceitam alegremente as boas novas de salvação?

O evangelho é um divisor de águas que revela os que estão destinados à vida eterna e os que querem continuar inimigos de Deus. Foi o que aconteceu em Antioquia da Pisídia, quando o resultado da pregação de Paulo e Barnabé foi a divisão dos ouvintes entre salvos e perdidos: “Ouvindo isso, os gentios alegraram-se e bendisseram a palavra do Senhor; e creram todos os que haviam sido designados para a vida eterna… Mas os judeus incitaram as mulheres piedosas de elevada posição e os principais da cidade e, provocando perseguição contra Paulo e Barnabé, os expulsaram do seu território” (At 13:48-50). Continue lendo »


“Quando Jesus estava ensinando o povo no templo e pregando as boas novas, chegaram-se a ele os chefes dos sacerdotes, juntamente com os mestres da lei e os líderes religiosos, e lhe perguntaram: ‘Com que autoridade estás fazendo estas coisas? Quem te deu esta autoridade?’” (Lc 20:1-2). A pergunta dos líderes religiosos é pretensiosa. Eles se acham capazes de julgar a resposta de Jesus e decidir se ele tem ou não autoridade para ensinar. Ao fazerem isso estão se colocando acima do próprio Senhor e fazendo-se juiz dele. Jesus responde com uma pergunta para ver se eles têm competência para julgar sua autoridade.

“Digam-me: ‘O batismo de João era do céu, ou dos homens?’ Eles discutiam entre si, dizendo: ‘Se dissermos: ‘do céu’, ele perguntará: ‘Então por que vocês não creram nele?’ Mas se dissermos: ‘dos homens’, todo o povo nos apedrejará, porque convencidos estão de que João era um profeta. Assim, responderam: ‘Não sabemos de onde era’. Disse então Jesus: ‘Tampouco lhes direi com que autoridade estou fazendo estas coisas.’” (Lc 20:3-8).

Os líderes religiosos revelam assim a sua total incompetência para julgar as coisas divinas. Seu orgulho era tão grande que já haviam abandonado as Escrituras e adotado a si mesmos, seus dogmas e tradições como referencial para julgar. A cristandade segue o mesmo caminho ao adotar títulos acadêmicos para certificar quem está ou não capacitado para falar da parte de Deus. Continue lendo »


‘’Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó. ‘’ – (Salmos 103:14)

Pode parecer clichê, mas Ele te ama e te compreende. Assiste todas as vezes em que você chora, murmura e pragueja. Conhece cada pensamento e o motivo por trás de cada atitude. Sabe o que você fez, faz e fará.

Ele já planejou e decretou objetivos claros e únicos para a sua vida. Sabe o desenrolar de cada sonho e projeto. Sabe os anseios que permeiam seu coração e entende os mecanismos que desencadeiam suas vontades, mesmo as mais primitivas e carnais.

Ele olhou para você desde o início e te escolheu. Permitiu que diversos acontecimentos ocorressem ao longo dos anos para te proporcionar mais sabedoria e conhecimento. A maturidade vivida hoje é resultado das lições aprendidas através das provações nas quais sua fé nEle prevaleceu. Continue lendo »


No início de seu ministério Jesus viu no pátio do templo “alguns vendendo bois, ovelhas e pombas, e outros assentados diante de mesas, trocando dinheiro” e, enquanto expulsava os comerciantes e cambistas, disse: “Parem de fazer da casa de meu Pai um mercado!” (Jo 2:14-16). Agora, no final de seu ministério, mais uma vez ele “entrou no templo e começou a expulsar os que estavam vendendo”, dizendo: “A minha casa será casa de oração; mas vocês fizeram dela um covil de ladrões.’” (Lc 19:45-46).

É um erro aplicar estas passagens ao comércio nas dependências das chamadas ‘igrejas’, pois isto seria dar a esses templos o mesmo status do Templo em Jerusalém. Deus não autorizou a construção de nenhum templo cristão, portanto os chamados ‘templos’ da cristandade não têm qualquer valor para Deus. Na atual dispensação o Senhor Jesus prometeu estar no meio de dois ou três congregados ao seu Nome. O que importa não são as paredes usadas para reunir os cristãos, mas aquele em torno de quem o Espírito Santo os reúne.

Também é um erro chamar esses edifícios de “casa de Deus”, pois “a casa de Deus… é a igreja do Deus vivo” (1 Tm 3:15). Fazer de quatro paredes o elemento reunidor é perder de vista o Espírito Santo, o único que reúne os crentes em torno de Cristo. Colocar um homem à frente como “pastor” do rebanho é desprezar a liderança do Senhor, que “chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora [do aprisco]” (Jo 10:3-4). Continue lendo »