O que significa a palavra “igreja”? A palavra grega significa uma “assembleia” (At 7:38; 19:32,39,41).

Deus tem mais que uma igreja? Não. Ela é chamada “Igreja de Deus, que Ele adquiriu para Si pelo sangue do Seu próprio Filho.” (At 20:28 – Versão Bíblia de Jerusalém).

Que tipo de pessoas formam a Igreja? Só um tipo – pecadores, sejam eles judeus ou gentios, que, diante de Deus, se arrependeram de suas obras más e, pela graça, creram no Senhor Jesus Cristo como seu Salvador, tendo sido selados pelo Espírito Santo (At 20:21; 2 Co 1:22; Ef 1:13).

Irá algum deles se perder? Impossível! Deus “nos elegeu nEle (em Cristo) antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dEle em amor”; “Não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção” (Ef 1:4; 4:30).

O que formam, em cada localidade, os membros desta única Igreja? Juntos, eles formam localmente parte daquela única Igreja. Por exemplo: “…à igreja de Deus que está em Corinto…” (1 Co 1:2). Continue lendo »


Na dispensação da Lei a bênção era prometida na forma de prosperidade material como consequência da obediência. Por isso os homens buscavam obedecer — ou ao menos parecer que obedeciam — a fim de serem beneficiados com saúde e riquezas. Seus líderes religiosos acabaram se esquecendo de que a obediência deveria ser aos olhos de Deus, e não dos homens, e passaram a alardear seus próprios feitos ou ocupar posições de destaque segundo o que achavam de si mesmos.

No Evangelho de Mateus Jesus os critica, dizendo: “Tudo o que fazem é para serem vistos pelos homens. Eles fazem seus filactérios bem largos e as franjas de suas vestes bem longas; gostam do lugar de honra nos banquetes e dos assentos mais importantes nas sinagogas, de serem saudados nas praças e de serem chamados ‘rabis’ [mestres]” (Mt 23:5-7).

Filactérios eram fitas amarradas ao corpo com trechos das Escrituras. Ao alargar seus filactérios, os líderes queriam exibir um maior conhecimento delas. Deus também havia ordenado que fizessem franjas nas vestes, mas não para serem vistas por outros, e sim como um lembrete para si mesmos. “Quando vocês virem essas franjas se lembrarão de todos os mandamentos do Senhor, para que lhes obedeçam” (Nm 15:40). Na cristandade isso equivaleria aos vários títulos eclesiásticos e teológicos inventados pelos clérigos para se mostrarem superiores aos leigos. Continue lendo »


Deus prometeu que se crermos no Seu Filho, somos salvos da ira vindoura. Quão trágico é vermos crentes que temem perder sua salvação. Eles não compreendem uma das maiores promessas de Deus: nossa salvação é para sempre.

Somos Nascidos de Deus

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus.” (I Jo. 5:1). O novo nascimento é uma obra inteiramente de Deus. Nós estávamos “mortos em ofensas e pecados” (Ef. 2:1). Não havia nada que pudéssemos fazer para ajudar a nós mesmos. Nosso novo nascimento não foi “da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus(Jo. 1:13). Tudo aconteceu pela vontade de Deus, não pela nossa própria vontade! Foi-nos dado vida pelo poder do Espírito Santo de Deus, e por meio da Palavra de Deus. “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” (Jo. 3:6,8). “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.” (I Ped. 1:23).

Até mesmo a fé para crermos em Deus foi-nos primeiramente dada por Ele. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.” (veja Ef. 2:8,9). Jamais teríamos a pretensão de reivindicar algum crédito por termos nascido em nossa família natural. Tampouco podemos ter a pretensão de termos tido parte em nosso nascimento na família de Deus. Somos nascidos de Deus! Continue lendo »


Após revelar a avareza do coração dos religiosos fariseus — e ser ridicularizado por eles — Jesus lhes diz: “Vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece os corações de vocês. Aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus” (Lc 16:15). Estamos sempre prontos a nos justificarmos a nós mesmos, seja culpando outros por nossos erros, seja apresentando boas obras na tentativa de neutralizá-los.

Desde o dia em que Adão tentou se justificar diante de Deus, dizendo, “foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi” (Gn 3:12), ficamos especialistas na arte da justiça própria. Porém, se é fácil identificar a justificativa que joga a culpa em terceiros, o mesmo não acontece com a justiça própria construída pela autovalorização, quando tentamos parecer melhor do que somos exibindo os nossos feitos.

Ainda que nas coisas dos homens essa atitude ajude você a conseguir emprego, pois é necessário apontar os gols que marcou na carreira, nas coisas de Deus ela é deplorável. Neste mesmo evangelho Jesus alerta: “Quando vocês tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: ‘Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever’” (Lc 17:10). A exaltação própria é característica da cristandade dos últimos dias, representada por Laodiceia. Ela diz: “Estou rica, adquiri riquezas e não preciso de nada”, porém o Senhor retruca: “Não reconhece, porém, que é miserável, digna de compaixão, pobre, cega e que está nua” (Ap 3:17). Continue lendo »