Diante da recusa dos convidados “o dono da casa irou-se e ordenou ao seu servo: ‘Vá rapidamente para as ruas e becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos’. Disse o servo: ‘O que o senhor ordenou foi feito, e ainda há lugar’. Então o senhor disse ao servo: ‘Vá pelos caminhos e valados e obrigue-os a entrar, para que a minha casa fique cheia. Eu lhes digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete’” (Lc 14:21-24).

Os primeiros convidados são os judeus que rejeitaram o Messias. Então o “dono da casa” envia o servo em caráter de urgência para “as ruas e becos da cidade em busca dos pobres, os aleijados, os cegos e os mancos”. Estes são os discípulos e outros israelitas que seguiam a Jesus e seriam perseguidos e mortos pelos judeus, como foram Estêvão e Tiago (At 7:59; 12:2), e também os que Saulo entregava às autoridades. Todos os apóstolos, exceto João, sofreriam mortes violentas. A eles cabe muito bem o que é dito na carta aos Hebreus a respeito dos mártires do Antigo Testamento: “O mundo não era digno deles” (Hb 11:38).

O que os caracterizava — e também caracteriza hoje todo aquele que crê em Jesus — era o fato de serem “pobres”, pois nada possuíam para dar em troca da salvação. Também eram “aleijados” ou incapacitados de qualquer boa obra para Deus. Eram “cegos”, pois por si mesmos nunca teriam encontrado o Caminho, e “mancos” porque sozinhos seriam incapazes de andar nele. Você é assim? Continue lendo »


Muitas pessoas agem de maneira errada para tentar dissipar ou amenizar a solidão. Mesmo rodeadas de amigos, sentem-se sempre sozinhas, desamparadas e entristecidas. Por mais que tentemos procurar aconchego e paz no pecado, não conseguiremos. Muitos pecam fazendo disso uma válvula de escape para reduzir seus conflitos interiores, sabendo ou não que estão confrontando a santidade de Deus. Pecado gera pecado e, portanto, se estivermos procurando compreensão e amor no que não agrada a Deus, conseguiremos apenas fracasso e decepção, pois nada do que façamos que nos afaste da presença de Deus nos trará felicidade concreta.

A maioria de nós procura encontrar algo capaz de dar um novo sentido à existência, uma motivação para acordar todos os dias, ou um amor ‘’daqueles de cinema’’, enfim, algo que preencha a solidão. Precisamos entender que nossas almas foram criadas para viver junto a Deus e somente Ele pode preencher o vazio que nos acompanha desde o nascimento, que pode ser interpretado como a fome e a sede de Deus presentes em nós. Partindo deste princípio, a solidão torna-se uma questão de decisão e não destino.

Quando somos convencidos do pecado pelo Espírito Santo e aceitamos Jesus Cristo como único e suficiente salvador e constatamos através da Palavra o poder de Deus, sabemos que Ele é capaz de nos preencher por completo, para que sejamos satisfeitos e encontremos segurança, felicidade e paz na graça de Deus. Não fomos criados para viver com a profunda tristeza causada pela solidão. Muitas vezes erramos ao tentar preencher um vazio que só Deus, em Sua perfeição, pode preencher. Procuramos em substâncias químicas ilícitas, promiscuidade e entretenimento fugaz aquilo que só pode ser encontrado em Cristo. Continue lendo »


“Certo homem estava preparando um grande banquete e convidou muitas pessoas. Na hora de começar, enviou seu servo para dizer aos que haviam sido convidados: ‘Venham, pois tudo já está pronto’. Mas eles começaram, um por um, a apresentar desculpas. O primeiro disse: ‘Acabei de comprar uma propriedade, e preciso ir vê-la. Por favor, desculpe-me’. Outro disse: ‘Acabei de comprar cinco juntas de bois e estou indo experimentá-las. Por favor, desculpe-me’. Ainda outro disse: ‘Acabo de me casar, por isso não posso ir’” (Lc 14:18-20).

O homem da parábola é Deus; ele quer ter comunhão com suas criaturas e para isso envia o convite através do Espírito Santo, aqui representado pelo “Servo”. Na mesma parábola em Mateus 22 você encontra “servos”, no plural, pois ali fala daqueles que levam o convite do evangelho. Os primeiros convidados são pessoas de posses. Um tem bens materiais, outro, juntas de bois para executar seu trabalho, e outro uma esposa para constituir família. Fica claro que eles acham que já têm tudo, portanto não necessitam do favor do anfitrião.

Você pode aplicar esta parábola a qualquer pessoa que coloque bens, trabalho e família acima da salvação e comunhão com Deus, mas no sentido profético estes convidados são os judeus, um povo agraciado por Deus com uma terra, um serviço a Deus e uma família. Continue lendo »


Esses dias ouvi uma pregação de um pastor, e o pastor citou que apenas aqueles “crentes” que foram batizados pelo Espírito Santo iriam ser arrebatados e teriam a vida eterna. Na Bíblia tem algo a respeito disso? E quanto aos que ainda não receberam o batismo no Espirito?

O que a Palavra de Deus nos ensina é que não existe mais batismo no Espírito Santo desde o primeiro século, ou seja, há 1.900 anos. O “batismo no Espírito Santo” ocorreu uma vez no Pentecostes e o próprio apóstolo Paulo se  incluía nesse batismo “Pois TODOS NÓS FOMOS BATIZADOS EM UM ESPÍRITO, formando UM CORPO, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.” – I Corintios 12:13

Hoje os cristãos são SELADOS com o Espírito Santo “Em quem também vós estais, depois que OUVISTES a PALAVRA DA VERDADE, o EVANGELHO DA VOSSA SALVAÇÃO; e, tendo nele também CRIDO, fostes SELADOS com o Espírito Santo da promessa.” – Efésios 1:13

Portanto, hoje quem crê em Cristo como Senhor e Salvador, é SELADO com o Espírito Santo que passa a habitar aquela pessoa.

.

A base bíblica para não existir mais dízimos seria esta apenas? Por exemplo, não teria algum versículo que extinguisse esse ato?

Para que possamos entender, é necessário ler a Bíblia com dedicação e dar uma acompanhada na história. Aí as coisas fazem sentido. Quer ver? Os dízimos, que nunca foram dinheiro e nunca foram para Deus, eram para os Levitas que cuidavam do Templo, certo? No Ano 70 o exército romano invadiu Jerusalém e destruiu o Templo numa das maiores carnificinas da história da humanidade. Os judeus foram dispersos pelo mundo e ficaram sem pátria. Eram um povo “sem chão” e assim ficaram até o ano de 1948 quando foi reconstituído o Estado de Israel. A partir do momento que não existia mais Templo, nem Levitas pra cuidar do Templo, nem Israel tinha território, o dízimo passou a não fazer nenhum sentido. Entendeu? As “igrejas” de hoje, as denominações inventadas pelos homens é que criaram essa enganação de dízimo em dinheiro pra cobrar das pessoas. Isso não tem nenhuma base bíblica. Continue lendo »