“Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome. Porque o SENHOR é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração.” – Salmos 100:4-5

Quando não encontramos soluções para problemas que julgamos extremamente difíceis e injustos, frequentemente caímos no hábito de murmurar, ainda que saibamos que tal prática não leva a nada. Abrimos mão da fé porque pensamos apenas no que nos está disponível no momento: amargura e desespero. Entretanto, tais momentos são oportunidades perfeitas para que exerçamos a confiança em Deus.

Quando as coisas vão bem, é muito fácil dizer que se acredita nos firmes propósitos de Deus. Mas e quando as coisas estão difíceis? Aí sim comprovamos a veracidade da nossa fé. Portanto, ao invés de murmurar, busquemos em Cristo a sabedoria necessária para lidar com os percalços que surgirem pelo caminho.

Entreguemos a Ele nossas ansiedades e acreditemos que tudo ocorre debaixo da permissão dEle e Ele jamais permitirá que sejamos permanentemente abatidos. Aprendamos as lições que nos são propostas através das dificuldades e glorifiquemos a Deus, pois Ele tem cuidado de nós em cada detalhe, basta uma simples análise para descobrirmos que o Senhor nos abençoa infinitamente mais do que merecemos diariamente. Continue lendo »


No Monte Sinai Moisés ficou quarenta dias e noites ouvindo falar de Jesus, representado em cada detalhe da Lei que homem algum seria capaz de cumprir, exceto o Homem perfeito, Jesus. Em obediência e perfeição ele caminhou neste mundo revelando o Homem segundo o coração de Deus. Imaculado, sem pecado e sem a possibilidade de pecar, por ser Deus e Homem, somente ele poderia, em graça soberana, libertar o pecador da maldição da Lei que o condenava, e torná-lo irrepreensível e sem pecado aos olhos de Deus.

A Lei dada a Moisés não se limitava aos dez mandamentos, porém incluía centenas de ordenanças encontradas nos escritos de Moisés. Cada oferenda ali nos fala de Cristo e cada sacrifício aponta para o sangue que seria derramado na cruz para a glória de Deus e a salvação do pecador. O Tabernáculo, a grande tenda que Deus ordenou como o lugar de adoração dos hebreus, é uma figura de Cristo, bem como seus utensílios e até mesmo o véu, a grande cortina que impedia o acesso ao Santo dos Santos, figura da presença de Deus. É disto que fala a carta aos Hebreus, ao mencionar o véu do Templo rasgado no momento da morte de Jesus: “Portanto, irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus, por um novo e vivo caminho que ele nos abriu por meio do véu, isto é, do seu corpo” (Hb 10:19). Continue lendo »


Por que os dinossauros não aparecem na bíblia?

Basicamente porque a palavra “dinossauro” existe há 200 anos e a Bíblia terminou de ser escrita há dois mil anos, quando essa palavra ainda nem existia.

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Qual melhor Bíblia, para um jovem cristão?

Qualquer uma com a tradução ACF – Almeida Corrigida Fiel, é boa.

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Deus fala conosco apenas através da bíblia?

E dos acontecimentos do nosso dia-a-dia. Lembre-se, Deus está no controle de tudo.

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Por que os milagres da história da bíblia como o maná do céu, água sair da pedra, etc; não acontecem nos dias de hoje?

Quando Deus executou milagres poderosos e impressionantes para os Israelitas, será que foi suficiente para eles O obedecerem? Não, os Israelitas constantemente desobedeceram e se rebelaram contra Deus, apesar de todos os milagres que tinham visto. O mesmo povo que viu Deus partir o Mar Vermelho veio a duvidar da capacidade de Deus de conquistar os habitantes da Terra Prometida. Continue lendo »


Moisés surge no livro de Êxodo como figura de Jesus, o Libertador de seu povo, do jugo de Satanás. Se você leu os Evangelhos deve se lembrar de que o rei Herodes mandou matar os meninos na tentativa de livrar-se de Jesus, a mesma estratégia usada por Satanás ao inspirar Faraó a eliminar os meninos hebreus. Mas Moisés escapou da morte e mais tarde o encontramos casando-se com Zípora, uma mulher gentia cujo nome significa “passarinha”, algo pequeno e insignificante.

Paulo também descreveu a Igreja, a noiva de Cristo, como insignificante aos olhos do mundo: “Irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados. Poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento. Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dele” (1 Co 1:26-29).

A libertação do povo no Egito aconteceu por meio de outra figura de Cristo: um cordeiro sem defeito sacrificado na instituição da Páscoa. Seu sangue, aplicado ao batente das portas das casas dos hebreus, seria a garantia de que a morte não entraria ali quando o juízo de Deus caísse sobre todo o Egito. Continue lendo »