Depois de serem acordados de seu sono pela aparição de Jesus transfigurado e acompanhado de Moisés e Elias, os três discípulos — Pedro, Tiago e João — reagem conforme o instinto religioso inerente ao homem. Adão e Eva tiveram uma reação semelhante no jardim do Éden, quando se viram nus: fizeram um cinturão de folhas para tentar cobrir sua nudez. Caim também tentou fazer algo: ofereceu a Deus o trabalho de suas mãos.

No caso de Adão e Eva, foi preciso que Deus sacrificasse um animal inocente para, com sua pele, cobrir a nudez deles. A oferta de Caim, do trabalho de suas mãos, foi recusada em detrimento da oferta de fé de Abel: o sacrifício cruento de um animal inocente. Desde então assim tem sido a história da humanidade: o homem sempre tentando fazer e dar algo para Deus, sem perceber que é Deus quem faz e Deus quem dá. Ao homem resta apenas a humilde posição de beneficiário da graça divina — e que bendita posição!

O versículo mais famoso da Bíblia fala justamente destas duas coisas: Deus é o dador e sua dádiva foi o sacrifício de seu próprio filho: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Continue lendo »


Autor: O autor do livro de Naum se identifica como Naum (em hebraico “Consolador” ou “Confortador”), o elcosita (1:1). Há muitas teorias a respeito de onde essa cidade era localizada, embora não haja evidências conclusivas. Uma teoria é que ela se refere à cidade mais tarde conhecida como Cafarnaum (que literalmente significa “aldeia de Naum”) no mar da Galileia.

Quando foi escrito: Dada a limitada quantidade de informações que sabemos sobre Naum, o melhor que podemos fazer é reduzir o prazo em que o Livro de Naum foi escrito a entre 663 e 612 aC. Dois eventos são mencionados que nos ajudam a determinar essas datas. Primeiro, Naum menciona Tebas (no Amon) no Egito caindo aos assírios (663 aC) no tempo passado, então isso já tinha acontecido. Em segundo lugar, o restante das profecias de Naum se tornaram realidade em 612 aC.

Propósito: Naum não escreveu este livro como uma advertência ou uma “chamada ao arrependimento” para o povo de Nínive. Deus já tinha enviado o profeta Jonas 150 anos antes com Sua promessa do que aconteceria se continuassem em seus maus caminhos. As pessoas daquela época haviam se arrependido, mas agora viviam tão mal (se não pior) do que antes. Os assírios tinham se tornado absolutamente brutais em suas conquistas (entre outras atrocidades, eles penduravam os corpos de suas vítimas em postes e colocavam a sua pele nas paredes das suas tendas). Agora Naum estava dizendo ao povo de Judá para não se desesperarem porque Deus havia pronunciado julgamento e os assírios em breve estariam recebendo o que mereciam. Continue lendo »


A cena da transfiguração é significativa. Nela temos uma visão do reino futuro de Cristo, com o Rei no centro das atenções, acompanhado dos santos que estarão com o Rei em sua vinda. Os que passaram pela morte são representados por Moisés, e os que foram arrebatados ao céu, sem passar pela morte, são representados por Elias. Enquanto isso, Pedro, Tiago e João representam os santos que serão abençoados na terra durante o reino milenial de Cristo.

O comportamento destes três discípulos nos ensina como não agir na presença do Senhor. O versículo 32 de Lucas 9 diz que “Pedro e os seus companheiros estavam dominados pelo sono; acordando subitamente, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele”. Infelizmente este sono de indiferença pelas coisas celestiais é comum entre os cristãos e muitos serão surpreendidos pela vinda do Senhor, algo que nem esperavam. Há tantas atrações nesta vida que muitos acabam perdendo o interesse pelos assuntos do céu.

Moisés e Elias “falavam sobre a partida de Jesus, que estava para se cumprir em Jerusalém” (Lc 9:31). A morte e ressurreição de Jesus é ali o assunto do céu, mas não da terra. Quando abrimos no capítulo 5 de Apocalipse temos uma visão futura do céu e lá o assunto será eternamente o mesmo: o Cordeiro que foi morto e com o seu sangue comprou para Deus homens de toda tribo, língua e nação. Continue lendo »


Namorar com 15 anos é errado ?

Se não for com o objetivo, planos e condições de casar, namorar em qualquer idade é errado.

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Meu filho (1 ano e 6 meses) toma banho comigo. Tem algum problema com isso…pois tem aquela parte em levitico que diz..não descobrirá o filho a nudez do pai? Esse “descobrir a nudez” esta falando de incesto ou do simples fato de ver a nudez literalmente?

O padrão, a regra de fé e prática para nós está no Novo testamento. Ao ler a Bíblia, precisamos ter em mente que tudo o que está no Antigo Testamento se destinava aos judeus, o povo escolhido por Deus. Nem para os outros povos que também viviam à época do AT as leis de Deus tinham aplicação prática. É claro que os princípios tem validade, mas só os princípios. As leis, além de terem sido abolidas por Jesus, eram leis judaicas. Não existe nenhum problema em tomar banho com o filho. Até porque, uma criança dessa idade não tem a menor noção do que é nudez.

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O que faço quando sou tentado á fazer alguma coisa errada, e ás vezes a atitude errada me coloca em risco, como beber, dirigir rápido, ofender alguém?

“Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” – Tiago 4:7 Continue lendo »