Após pronunciar quatro bênçãos sobre seus discípulos, que sofreriam a perda dos bens, fome, dor e rejeição pelo nome de Cristo, o Senhor lança quatro maldições ou “ais” sobre quatro classes de pessoas: os ricos, bem alimentados, felizes e invejados neste mundo.

“Ai de vocês, os ricos, pois já receberam sua consolação. Ai de vocês, que agora têm fartura, porque passarão fome. Ai de vocês, que agora riem, pois haverão de se lamentar e chorar. Ai de vocês, quando todos falarem bem de vocês, pois assim os antepassados deles trataram os falsos profetas” (Lc 6:24-26).

Não é difícil perceber que esta é exatamente a descrição dos ídolos deste mundo, os artistas e milionários invejados por todos. Não lhes faltam dinheiro, comida, entretenimento e a bajulação dos fãs. Mas como Jesus menciona os falsos profetas que pregavam o que o povo de Israel gostava de ouvir, as quatro maldições podem muito bem ser aplicadas aos falsos profetas milionários de nossos dias. Continue lendo »


A sabedoria contida na Bíblia é continuamente surpreendente e nos concede valiosas diretrizes para lidarmos com a vida e seus dilemas. Não importa quanto tempo passe, os conselhos bíblicos jamais se tornam obsoletos e são sempre úteis, estendendo-se às mais diversas camadas, nos mostrando como devemos pensar e agir como filhos de Deus neste mundo.

Dentre tais conselhos, vale destacar o quanto Deus abomina pessoas iracundas, e as Escrituras chegam a afirmar que a ira se aloja no íntimo dos tolos:

‘’Não te apresses no teu espírito a irar-te, porque a ira repousa no íntimo dos tolos. ’’ – (Eclesiastes 7:9)

Sabemos que todos nós já sucumbimos à ira vez ou outra e os resultados quase sempre são frustrantes e catastróficos. O ilusório alívio momentâneo que nos é proporcionado quando damos vazão à fúria logo se esvai quando nos damos conta de que perdemos o controle e fizemos ou dissemos o que era desnecessário e estúpido. Continue lendo »


Jesus começa dirigindo-se especificamente aos discípulos, ao proferir quatro bênçãos, antes de lançar quatro maldições aos ricos, fartos, amantes dos prazeres e da bajulação. A distinção que ele faz também serve para colocar uma linha divisória entre aqueles que seguem a Jesus e os que seguem os falsos profetas.

Primeiro ele diz: “Bem-aventurados vocês os pobres, pois a vocês pertence o Reino de Deus”. Embora exista ali uma multidão que certamente inclui muitos pobres, ele não abençoa a pobreza. Ele diz “vocês os pobres”, aos discípulos que deixaram tudo para segui-lo. Eles seguem a Jesus pelo que ele é, não pelas vantagens que possam obter. Prosperidade material, felicidade no amor e cura das enfermidades são os atrativos oferecidos pelos falsos profetas.

“Bem-aventurados vocês, que agora têm fome, pois serão satisfeitos”. Mais uma vez ele diz “vocês”, aos discípulos que haviam deixado o sustento garantido em um negócio pesqueiro ou num emprego público na coletoria, para dependerem 100% de Jesus. Comer grãos de trigo colhidos e debulhados à mão nos campos enquanto caminhavam com Jesus não é o que você chamaria de uma mesa farta. Continue lendo »


Por que tem evangelicos que nao guardam o sabado, sendo que acreditam na mesma tradução da biblia?

Eles não acreditam na Bíblia ou não sabem interpretar o que leem. E muito provavelmente acreditam no que ouvem sem examinar o texto bíblico para ver se as coisas são mesmo assim com faziam os bereanos. A guarda do sábado foi uma ordem de Deus só para os judeus e acabou quando Cristo aboliu o Velho Testamento. É bem claro o texto bíblico: “Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;” (II Corintios 3:14)

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A segunda vinda de Cristo pode ser relacionada com a chegada do messias para os Judeus?

A “chegada do Messias” já aconteceu. Os judeus é que dormiram no ponto: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” (João 1:11)

Leia com atenção os Evangelhos e veja que muitas vezes Jesus estava falando para todos quem Ele era e ninguém acreditava. A segunda vinda de Cristo vai ser para buscar a Igreja.

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Se fosse para guerra, e matasse alguem, seria pecado? Pois á várias histórias na Biblía de soldados que mataram 800 pessoas

A sua pergunta está errada. A pergunta não é se algo é pecado ou não. A pergunta é: “Isto agrada a Deus?” Porquê? Primeiro, porque cristãos não se preocupam com o pecado, pois o que está escrito é: I João 5:18 – “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.” Quer dizer que cristãos não cometem pecados? Não! Quer dizer que Jesus já pagou por todos os pecados daqueles que são salvos. Quem é salvo não tem que se preocupar com o pecado; quem é salvo se ocupa em agradar a Deus. E só. Simples assim. Ficar pensando em “não pecar” é como dirigir olhando para os postes para “não bater”. Continue lendo »