A tentação de Jesus tem por objetivo confirmar suas credenciais. É o Espírito Santo quem o leva ao deserto para ser tentado pelo diabo, ou seja, para deixar clara a sua divindade. Em duas de suas provocações o diabo coloca isso em dúvida, pois começa dizendo “Se você é o Filho de Deus…”. Os judeus o acusavam de blasfêmia, pois ao declarar-se Filho de Deus ele se fazia igual a Deus.

Portanto temos aqui um teste para provar se Jesus é quem ele diz ser. Pecar está fora de cogitação, por ele ser Deus. Ao contrário do primeiro homem, Adão, este segundo homem é sem pecado e cada tentação só confirma isso. Numa delas Satanás nem questiona se ele é o Filho de Deus, mas vai direto ao assunto: Jesus poderia antecipar a posse de todos os reinos do mundo sem passar pelo dissabor da cruz, bastando para isso adorar a criatura, Satanás, em lugar do Criador.

As três tentações revelam três coisas que nos são oferecidas todos os dias: obedecer ao diabo, adorar a criatura e colocar Deus à prova. Quando não somos guiados pela Palavra de Deus, seguimos “a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência”. Ou seja, obedecemos ao diabo, “satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos” (Ef 2:1-3). Continue lendo »


Se nós temos q seguir a lei de Deus nós temos que pagar o dizimos, pois diz na Biblia qu nós devemos dar 10% do nosso salário,pois é uma forma de adorar a Deus,se não for 10% o pouco que você dá sendo de coração já está valendo… Concorda?

Nós não temos que seguir nenhuma lei. Somos salvos pela graça através da fé. Só, mais nada: Efésios 2:8 – “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.”

Nós não temos que pagar dízimos e você não vai encontrar escrito em nenhum lugar da Bíblia “qu nós devemos dar 10% do nosso salário,pois é uma forma de adorar a Deus”. Muito pelo contrário, o que Jesus Cristo disse foi: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4:23). Ou seja, adorar não tem absolutamente nada a ver com “dar dinheiro” para Deus.

Dízimo nunca foi dinheiro, nunca foi para Deus e nunca foi um ordem para qualquer um que não fosse judeu de uma das doze tribos de Israel que não a de Levi, pois a tribo dos Levitas era a que recebia os dízimos. Eles não tinham como se sustentar porque cuidavam exclusivamente da Tenda da Congregação e posteriormente do Templo em Jerusalém. Por isso, Deus destinou o dízimo, que era 10% do produto da agricultura e da pecuária (mantimentos e animais, portanto) produzidos pelas outras tribos, para o sustento dos Levitas.

Números 18:24 – “Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão.”

Um pastor ou “igreja” que aceita ou cobra dízimos hoje, ou estão enganados, ou estão enganando você. Eu sei que é estranho, porque a maioria das pessoas nem sabe disso. Mas a maioria também não lê e muito menos estuda a Bíblia. Não é de admirar que sejam enganados. Continue lendo »


“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto, onde, durante quarenta dias, foi tentado pelo diabo. Não comeu nada durante esses dias e, ao fim deles, teve fome” (Lc 4:1-2). Em Gênesis Deus viu que tudo era muito bom após criar o primeiro homem. Porém logo veio Satanás para tentá-lo e Adão caiu. Quando o segundo homem entra em cena Deus declara ter nele o seu prazer e mais uma vez Satanás vem tentá-lo. Mas agora ele encontra um homem cheio do Espírito Santo, impermeável ao pecado e incapaz de pecar.

Jesus não passa apenas pelas três tentações detalhadas neste capítulo 4 de Lucas. Ele é tentado durante quarenta dias. O primeiro homem foi tentado no conforto do Éden, onde não havia fome, sede ou calor. Quando o segundo homem é tentado, ele está em um deserto, o mesmo deserto em que nós vivemos. Por isso em Hebreus diz que “naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados… porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hb 2:18; 4:15).

Neste versículo, onde diz “sem pecado” não quer dizer “sem pecar”, mas “exceto o pecado” ou “pecado à parte”. Jesus não tinha o pecado como nós temos, que gera uma resposta à tentação. Ele só podia ser tentado de fora para dentro, e não de dentro para fora como ocorre conosco. Tiago explica que cada um “é tentado pela própria cobiça, sendo por esta, arrastado e seduzido. Então a cobiça, tendo engravidado, dá à luz o pecado; e o pecado, após ter-se consumado, gera a morte” (Tg 1:13-15). Continue lendo »


Autor: Isaías 1:1 identifica o autor do Livro de Isaías como sendo o profeta Isaías.

Quando foi escrito: O Livro de Isaías foi escrito entre 701 e 681 AC.

Propósito: O profeta Isaías foi primeiramente chamado a profetizar ao Reino de Judá. Judá estava passando por tempos de reavivamento e tempos de rebeldia. Judá foi ameaçado de destruição pela Assíria e Egito, mas foi poupado por causa da misericórdia de Deus. Isaías proclamou uma mensagem de arrependimento do pecado e de expectativa esperançosa do livramento de Deus no futuro.

Versículos-chave: Isaías 6:8: “Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.”

Isaías 7:14: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.”

Isaías 9:6: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Continue lendo »