Após libertar o povo de Israel da escravidão no Egito Deus ordenou que construíssem um tabernáculo, uma tenda, para ser o lugar de adoração em sua peregrinação pelo deserto. Aquela tenda portátil era o único lugar onde os israelitas deviam adorar a Deus.

Quando o povo entrou na terra prometida, Deus ordenou que Salomão construísse um lugar fixo de adoração, o Templo, em Jerusalém. Ali Deus colocou o seu nome, o que equivale dizer que aquele lugar era a representação visível da presença de Deus. Estar ali era estar na presença do próprio Deus. Aquele era o único lugar do planeta reconhecido pelo nome de Deus, o único aprovado por ele. Alguém que construísse um templo ou altar em qualquer outro lugar estaria pecando.

O Templo que Jesus visita neste capítulo 21 de Mateus não é o mesmo construído por Salomão. Trata-se de uma reconstrução, mas que é endossada por Jesus por estar no único lugar que Deus estabeleceu para colocar o seu nome. Esse Templo não existe mais e hoje o seu terreno é ocupado por uma mesquita. Portanto, em nossos dias não existe um lugar físico de adoração que possa ser chamado de Templo. Deus não ordenou a construção de nenhum outro templo. Continue lendo »


No capítulo 21 de Mateus Jesus chega ao monte das Oliveiras, nos arredores de Jerusalém, e manda que dois discípulos sigam adiante até encontrarem uma jumenta amarrada com um jumentinho ao lado. O evangelho explica que aquilo era o cumprimento do que tinha sido previsto pelos profetas Isaías e Zacarias:

“Digam à cidade de Sião: ‘Eis que o seu rei vem a você, humilde e montado num jumento, num jumentinho, cria de jumenta’”(Mt 21:5).

Os discípulos encontram tudo como Jesus havia previsto, e trazem o jumentinho para ele montar. Observe que aquele animal nunca tinha sido montado, e ninguém ousaria fazer algo assim a menos que estivesse participando de um rodeio. Mas Jesus não apenas sabia da existência do jumento e onde podia ser encontrado; ele também tinha o total controle de tudo. Continue lendo »


“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” (Isaías 55:8-9)

Frequentemente julgamos diversos acontecimentos levando em conta somente a primeira aparência. Vemos apenas injustiça, maldade e crueldade, e não somos capazes de enxergar nada além disso. Nos sentimos revoltados e enraivecidos, o que se deve em grande parte à falta de compreensão.

Ao sermos convertidos nossas visões são ampliadas pela fé. Quando algo angustiante ou frustrante acontece conosco ou ao nosso redor entendemos que há um propósito maior projetado por Deus, que trabalha construindo maravilhosos milagres que muitas vezes têm como ensejo o pecado ou a maldade humana; não que Ele seja conivente com tais aspectos da humanidade, mas pelo fato de que em Sua infinita sabedoria Ele é capaz de usar absolutamente qualquer coisa para concretizar Seus planos e abençoar todos nós através deles.

São muitos os casos bíblicos que exemplificam como Deus age de formas peculiares. Talvez um dos mais conhecidos seja o de José, que nos faz refletir sobre a soberania de Deus perante qualquer situação, por mais repugnante e atroz que seja. Continue lendo »


No final do capítulo 20 de Mateus Jesus sai de Jericó seguido de uma grande multidão e no caminho é abordado por dois cegos. Ao ouvirem dizer que Jesus passava, imediatamente eles começam a gritar: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!”(Mt 20:29). Eles não perdem tempo. E se fosse aquela a última oportunidade que tinham para se encontrar com Jesus? E se for esta a sua última oportunidade de se encontrar com ele?

Apesar de cegos eles enxergavam melhor do que os religiosos de seu tempo. Chamar a Jesus de Filho de Davi era reconhecer que ele era o Messias, algo que os fariseus não queriam admitir. Uma coisa fica muito clara aqui: os cegos não fazem parte da multidão, eles se dirigem a Jesus individualmente expondo sua angústia. A multidão pede que os cegos se calem, mas eles não estão nem aí com a multidão.

Muitos seguem a Jesus junto com a multidão achando que têm visão. Outros se reconhecem cegos, mas enxergam quem Jesus realmente é. Você não será salvo seguindo a multidão ou as tradições religiosas que recebeu de seus pais. A salvação é individual, é algo entre você e Deus; algo que começa com o reconhecimento de seu pecado e um clamor por misericórdia. Continue lendo »