Depois de todos os milagres que tinham visto os fariseus têm a audácia de pedir que Jesus faça mais um para que creiam. Deus não se agrada de quem pede um sinal para poder crer. A fé não vem de ver, mas de ouvir a Palavra de Deus. A fé é a certeza das coisas que não se veem. Quando você confia em alguém, a palavra dessa pessoa é suficiente.

Quando Tomé reconheceu que estava diante de Jesus ressuscitado, ele disse a Tomé: “Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram”(Jo 20:29). Séculos de sinais e milagres operados por Deus entre o povo de Israel não serviram para mudar o coração de um povo incrédulo. Jesus os chama de geração má e adúltera, porque não querem reconhecer seu Messias e são infiéis a Deus.

Ele diz que único sinal de que precisam já foi sido dado: Jonas saindo vivo do ventre do grande peixe, uma alusão à morte e ressurreição de Jesus que estava para ocorrer. Jonas tinha sido lançado ao mar para que os outros tripulantes do barco fossem salvos e passou três dias e três noites no ventre do grande peixe. Jesus seria lançado na morte para nos salvar e seu corpo ficaria três dias e três noites no ventre da terra antes de ressuscitar. Continue lendo »


Apesar de testemunharem tudo o que Jesus vinha fazendo de bom, como expulsar demônios, curar enfermos e ressuscitar mortos, os fariseus pecam contra o Espírito Santo ao atribuírem tudo aquilo ao poder de Satanás. Eles consideram o próprio Jesus um possesso.

As palavras deles apenas expressam que aquilo que existe no coração do homem: inimizade contra Deus. Onde foi que isso começou? No jardim do Éden, quando o homem quis fazer a própria vontade. Onde continua essa inimizade? No meu coração e no seu, sempre que queremos fazer a nossa vontade e não a vontade de Deus. Depois de perdermos a aprovação de Deus lá no Éden, buscamos agora desesperadamente por aprovação de Deus e dos homens com base em nossas próprias obras, comportamento, religião etc.

Jesus chama os fariseus de raça de víboras. Assim como eles, somos todos frutos do mesmo engano de Satanás travestido de serpente. Nossa boca é a expressão do que trazemos no coração. Se você crê em Jesus, se traz a Palavra de Deus no coração, irá exaltá-lo, falar dele. Se não, irá falar de si, se gloriar, blasfemar, zombar de Jesus e negar a eficácia de sua obra na cruz para nos salvar. Continue lendo »


Fica claro o contraste entre a religião do homem e a compaixão de Deus. Agora os fariseus adotam uma posição de oposição declarada a Jesus. Eles afirmam que Jesus estava possesso de demônio e que é pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demônios, que expulsa os demônios.

Jesus apela para a lógica. Uma casa dividida contra si mesma não dura muito. Se Satanás expulsa Satanás, está lutando contra si mesmo. E se a ideia dos fariseus estiver correta, o mesmo eles devem de dizer dos exorcistas que há entre eles. Na tentativa de negar o poder de Jesus, eles acabam incriminando a si próprios.

O que Jesus está fazendo é parte de um processo que inclui entrar na casa do valente Satanás, amarrá-lo e então saquear os seus bens. Primeiro Jesus demonstra o seu poder sobre Satanás invadindo a própria esfera de sua atuação, este mundo, e limitando seus movimentos. Depois, na cruz, irá desferir o golpe mortal: esmagar a cabeça da serpente, como tinha sido prometido no Éden. Aí passará a saquear sua casa, libertando-nos do poder das trevas para a sua maravilhosa luz. Continue lendo »


“E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos. E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” Romanos 8:27-29

Frequentemente nos deixamos abalar por sentimentos e emoções provocados por dúvidas e falta de comunhão com Deus, e assim as tormentas da vida nos afastam dEle até mesmo despercebidamente. Entretanto, isto raramente acontece quando sabemos que o relacionamento com o Senhor deve ter como base as primícias de um comportamento cristão: leitura bíblica e oração.

É necessário compreender que O Senhor concretiza Seus planos de maneiras que muitas vezes nos parecem enigmáticas, misteriosas e incompreensíveis. Questionamentos infundados surgem para tentar derrubar a nossa confiança nEle. As circunstâncias ao nosso redor parecem minar as nossas esperanças em Cristo, e então as condições externas passam a interferir em nosso interior. Continue lendo »