Estou sofrendo de transtornos psicológicos,como saber se isso é uma vontade de Deus ou uma mera doença?

Tudo é vontade de Deus, até uma mera doença.

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Cristão é mesma coisa que evangélico?

Não, de uma maneira geral, Cristãos seguem a Jesus Cristo, evangélicos seguem uma denominação evangélica.

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Eu creio de que Deus pode mudar uma pessoa. Me interessei por alguém da igreja, porém essa pessoa apresenta muitos relatórios negativos dentro da igreja. E estou conhecendo essa pessoa. Se eu realmente escolher ela, como saberei se realmente valerá a pena?

Deixe Deus escolher pra você. É mais sábio. Ore, leia a Bíblia e fique atenta. Deus sempre faz o melhor. Confie. Continue lendo »


“Surgiu também uma discussão entre eles, acerca de qual deles era considerado o maior. Jesus lhes disse: ‘Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Pelo contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve’” (Lc 22:24-27).

Nem bem terminam de celebrar a Ceia do Senhor com vistas à sua morte, e os discípulos já estão preocupados em saber qual deles é o maior. Se a expectativa do dinheiro levou Judas a trair Jesus, o desejo de poder é o que leva os discípulos a almejarem uma posição de destaque. Assim somos nós. Quando não estamos ocupados em suprir as necessidades fisiológicas de nosso paladar carnal, ficamos deslumbrados com o brilho das riquezas ou pela possibilidade de ocuparmos o topo da pirâmide do poder, a fim de exercermos domínio e sermos paparicados pelos homens. Continue lendo »


Os discípulos se surpreendem ao descobrirem que existe um traidor entre eles. Como já disse aqui, Lucas não segue uma ordem cronológica, mas moral. Por isso os versículos 21 ao 23 teriam se passado no momento em que comiam a ceia da Páscoa, e não a Ceia do Senhor. O Evangelho de Mateus mostra essa ordem e também a pergunta de Judas diante da revelação de Jesus: “Acaso, sou eu, Mestre? Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste” (Mt 26:25). Pedro, então, toma a iniciativa de pedir a João que pergunte quem seria o traidor:

“‘Senhor, quem é?’ Respondeu Jesus: ‘Aquele a quem eu der este pedaço de pão molhado no prato’. Então, molhando o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão. Tão logo Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. ‘O que você está para fazer, faça depressa’, disse-lhe Jesus… Assim que comeu o pão, Judas saiu. E era noite” (Jo 13:23-30). Judas sai antes de Jesus instituir a Ceia do Senhor, e é provável que o pão tenha sido “molhado no prato” com o molho da carne da ceia pascal, e não com vinho. A saída de Judas é acompanhada da expressão “e era noite”. É impossível pensar em um momento mais sinistro do que este da traição. Continue lendo »


Existe outro aspecto da Ceia do Senhor que é de consolo para os que creem em Cristo, que foram perdoados de seus pecados e agora “o esperam para salvação” (Hb 9:28). Falo do consolo que dá sabermos que estamos firmados numa questão resolvida. Quando Buda morreu, suas últimas palavras aos discípulos foram: “Continuem se esforçando”. E as últimas palavras de Jesus? “Está consumado!” (Jo 19:30).

Se você ainda continua “se esforçando”, aceite o convite que Jesus faz e descanse numa obra terminada, da qual não resta coisa alguma para você fazer ou completar. Jesus diz: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mt 11:28). Se você vive aflito na dúvida se já “se esforçou” o suficiente ou se as boas obras que pratica são suficientes para livrá-lo da condenação, aceite as palavras de Jesus, que disse: “A obra de Deus é esta: crer naquele que ele enviou” (Jo 6:29).

A Ceia do Senhor é também um memorial de consolo. Havia entre os judeus um costume funerário que é citado pelo profeta Jeremias, porém ali na forma de negação, pois se tratava de um castigo para Israel: “Ninguém oferecerá comida para fortalecer os que pranteiam pelos mortos; ninguém dará de beber do cálice da consolação nem mesmo pelo pai ou pela mãe” (Jr 16:7). Partir o pão e “beber do cálice da consolação” em conexão com a morte não era um costume estranho aos judeus, e seu objetivo era o de trazer consolo aos que velavam pelo morto. Continue lendo »