Germano, pode me explicar Gênesis 24:2? A paz!

Era um gesto que simbolizava juramento/compromisso.

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Me explique o cp 9 vs 27 de lucas obrigada

Jesus falava que alguns deles veriam o Reino de Deus antes de morrer. O que João viu antes de morrer e descreveu no último livro da Bíblia é um exemplo.

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O que é Galardão? Por favor.

Prêmio.

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O que é candeia? Mateus 6:22 por favor. (sim, estou te enchendo de perguntas, porque é a primeira vez que estou lendo a bíblia, estou adorando, desculpe o incomodo e obrigada pela atenção e por esse projeto lindo que o senhor faz para Deus.)

Lamparina, lampião. Continue lendo »


Na dispensação da Lei a bênção era prometida na forma de prosperidade material como consequência da obediência. Por isso os homens buscavam obedecer — ou ao menos parecer que obedeciam — a fim de serem beneficiados com saúde e riquezas. Seus líderes religiosos acabaram se esquecendo de que a obediência deveria ser aos olhos de Deus, e não dos homens, e passaram a alardear seus próprios feitos ou ocupar posições de destaque segundo o que achavam de si mesmos.

No Evangelho de Mateus Jesus os critica, dizendo: “Tudo o que fazem é para serem vistos pelos homens. Eles fazem seus filactérios bem largos e as franjas de suas vestes bem longas; gostam do lugar de honra nos banquetes e dos assentos mais importantes nas sinagogas, de serem saudados nas praças e de serem chamados ‘rabis’ [mestres]” (Mt 23:5-7).

Filactérios eram fitas amarradas ao corpo com trechos das Escrituras. Ao alargar seus filactérios, os líderes queriam exibir um maior conhecimento delas. Deus também havia ordenado que fizessem franjas nas vestes, mas não para serem vistas por outros, e sim como um lembrete para si mesmos. “Quando vocês virem essas franjas se lembrarão de todos os mandamentos do Senhor, para que lhes obedeçam” (Nm 15:40). Na cristandade isso equivaleria aos vários títulos eclesiásticos e teológicos inventados pelos clérigos para se mostrarem superiores aos leigos. Continue lendo »


Após revelar a avareza do coração dos religiosos fariseus — e ser ridicularizado por eles — Jesus lhes diz: “Vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece os corações de vocês. Aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus” (Lc 16:15). Estamos sempre prontos a nos justificarmos a nós mesmos, seja culpando outros por nossos erros, seja apresentando boas obras na tentativa de neutralizá-los.

Desde o dia em que Adão tentou se justificar diante de Deus, dizendo, “foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi” (Gn 3:12), ficamos especialistas na arte da justiça própria. Porém, se é fácil identificar a justificativa que joga a culpa em terceiros, o mesmo não acontece com a justiça própria construída pela autovalorização, quando tentamos parecer melhor do que somos exibindo os nossos feitos.

Ainda que nas coisas dos homens essa atitude ajude você a conseguir emprego, pois é necessário apontar os gols que marcou na carreira, nas coisas de Deus ela é deplorável. Neste mesmo evangelho Jesus alerta: “Quando vocês tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: ‘Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever’” (Lc 17:10). A exaltação própria é característica da cristandade dos últimos dias, representada por Laodiceia. Ela diz: “Estou rica, adquiri riquezas e não preciso de nada”, porém o Senhor retruca: “Não reconhece, porém, que é miserável, digna de compaixão, pobre, cega e que está nua” (Ap 3:17). Continue lendo »


Um amigo não convertido foi convidado a uma dessas “igrejas” de pregadores da prosperidade e, ao invés de sair dali convencido a crer em Jesus, saiu enojado. Marcou no relógio uma hora e quarenta minutos de pedidos de dinheiro. Ele, que pensava ter sido convidado para um culto a Deus, saiu convencido de que aquilo era um culto a Mamom, o dinheiro.

Mas qual é a importância que Deus dá ao dinheiro? Ao compará-lo às “moradas eternas” em Lucas 16, Jesus diz que “quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito” (Lc 16:10). Para Deus, o valor da riqueza é “pouco”, mas ele chama de “muito” os “tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam” (Mt 6:20).

Deus diz: “Tanto a prata quanto o ouro me pertencem… Não tenho necessidade de nenhum novilho dos seus estábulos, nem dos bodes dos seus currais, pois todos os animais da floresta são meus, como são as cabeças de gado aos milhares nas colinas… fui eu quem lhe deu o trigo, o vinho e o azeite, quem o cobriu de ouro e de prata” (Ag 2:8; Sl 50:10; Os 2:8-9). Você acha que aquele que em Mateus 17:27 colocou uma moeda na boca do peixe que Pedro iria pescar precisaria do nosso dinheiro? Continue lendo »