O Salmo 23 diz que “o Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Sl 23:1). Muita gente saboreia cada sílaba do “nada me faltará”, mas passa por alto “o Senhor é o meu pastor”. A última coisa que nossa natureza caída em pecado deseja é ter o Senhor como Pastor.

Nós naturalmente queremos ser pastores de nós mesmos, buscando aquilo que nós achamos que precisamos. Mas é o Pastor quem conhece as reais necessidades de suas ovelhas, e é ele quem deve decidir qual pasto é verde e qual água é tranquila.

O Pastor não empurra suas ovelhas, mas as guia mansamente. Ele faz isso por veredas da justiça, e não por caminhos ilícitos ou atalhos obscuros. A frase “por amor do seu nome” indica que é a sua reputação que está em jogo. A segurança da ovelha não está no sustento que o Pastor não deixa faltar, mas em ser guiada por quem tem uma reputação a zelar.

A ovelha tem sua cabeça ungida com azeite, figura do Espírito Santo, e seu cálice transborda. A Bíblia diz que o vinho alegra o coração do homem, portanto um cálice que transborda fala de uma alegria maior do que podemos conter. A vara e o cajado do pastor são instrumentos que tanto servem para afugentar o lobo, como para disciplinar, guiar e resgatar a ovelha. Continue lendo »


Tens algum estudo ou artigo de como nos comportarmos diante de não-cristãos? E até mesmo diante dos familiares? Agradeceria muito, pois seria de grande ajuda para minha caminhada. Deus te abençoe. Jesus Cristo esteja convosco. Paz.

Tem. O Novo Testamento. Está tudo lá. Basta ler a Bíblia.

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Sentir prazer numa relação sexual é pecado? Sem links, por favor. Obrigado.

Não.

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O que é o galardão?

Prêmio. Continue lendo »


No capítulo 10 do Evangelho de João encontramos Jesus, o “bom Pastor”. A profecia que fala deste caráter do Pastor está no Salmo 22, onde ele é visto morrendo por suas ovelhas numa cruz. Para entender melhor o que vou dizer aqui, sugiro que leia o Salmo 22 na íntegra.

O Salmo começa com um brado desesperado: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” (Sl 22:1). Quem é esse desamparado de Deus, descrito aqui como motivo de zombaria do povo, sofrendo dor e sede entre malfeitores, com mãos e pés traspassados e tendo suas vestes sorteadas? Compare este Salmo com o relato da crucificação nos evangelhos e terá uma visão mais ampla de Jesus sendo crucificado.

Mil anos depois do Salmo 22 ter sido escrito, Jesus deu o mesmo brado de desespero e abandono numa cruz. Durante três horas, ele foi o alvo de toda a indignação dos homens pelo único crime de ser perfeito. Por não suportarem conviver com alguém sem pecado, os homens o abandonaram ali.

Então, aquele que não conheceu pecado, foi feito pecado por nós, e o mundo ficou envolto em trevas. Durante três horas Jesus foi alvo de toda a indignação de Deus, ao levar sobre o seu corpo os nossos pecados. Depois de abandonado pelos homens, agora era a vez de Deus abandoná-lo ali, por não suportar relacionar-se com alguém carregado de pecados. Continue lendo »


Autor: O apóstolo Paulo foi o autor principal do livro de Colossenses (Colossenses 1:13). Timóteo também recebe algum crédito (Colossenses 1:1).

Quando foi escrito: O livro de Colossenses foi provavelmente escrito entre 58-62 dC.

Propósito: O livro de Colossenses é um mini-curso de ética, abordando todas as áreas da vida cristã. Paulo progride da vida individual ao lar e família, do trabalho à forma na qual devemos tratar os outros. O tema deste livro é a suficiência de nosso Senhor, Jesus Cristo, em satisfazer nossas necessidades em todas as áreas.

Versículos-chave: Colossenses 1:15-16: “Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.”

Colossenses 2:8: “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo.”

Colossenses 3:12-13: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós.” Continue lendo »